quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Livre



                                       PROFESSORES 


Hoje impreterivelmente não teremos o ATPC virtual (correção da 
recuperação, compensação de ausência etc) .
Lembrando : digitação até 08/12/2015 do 4ºbimestre  e 5ºconceito .

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

ATPC - 11/11/2015

20/11 - DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA





Raquel Júnia
Desde 2003 legislação obriga o ensino dos temas, mas educadores e gestores ainda têm dificuldades para fazer valer as leis no cotidiano escolar. 


No dia 13 de maio, a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) lança um selo que será entregue aos municípios e estados que cumprirem a legislação e inserirem nos currículos escolares da educação básica o ensino da cultura e história afro-brasileiras, africanas e indígenas. A data é simbólica, já que em 13 de maio de 1888 foi assinada a Lei Áurea, que proibiu, ao menos na teoria, a escravidão no Brasil. O 13 de maio é também o Dia Nacional de Combate ao Racismo.

Atualmente, há leis que asseguram a obrigatoriedade do ensino da cultura e história afro-brasileiras, africanas e indígenas nas escolas. A lei 10.639 foi sancionada em 2003 e institui o ensino da cultura e história afro-brasileiras e africanas e a lei 11.645 complementa a lei 10.639 ao acrescentar o ensino da cultura e história indígenas. Ambas alteram a lei 9.394 , que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.

Para nortear o cumprimento da legislação, o Conselho Nacional de Educação aprovou em 2004 e o Ministério da Educação (MEC) homologou as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN's) para educação das relações étnico-raciais . Pelas diretrizes, o ensino deve ter três princípios: consciência política e histórica da diversidade; fortalecimento de identidades e de direitos; ações educativas de combate ao racismo e às discriminações. Os princípios se desdobram em diversas ações e posturas a serem tomadas pelos estabelecimentos de ensino.


A legislação não especifica se os temas relativos à história e cultura afro-brasileiras, africanas e indígenas devem formar uma disciplina à parte. "Os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística e de literatura e história brasileiras", diz o parágrafo 2º da lei 11.645.

Com relação aos temas afro-brasileiros e africanos as DCN's especificam que: "O ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, a educação das relações étnico-raciais se desenvolverão no cotidiano das escolas, nos diferentes níveis e modalidades de ensino, como conteúdo de disciplinas, particularmente, Educação Artística, Literatura e História do Brasil, sem prejuízo das demais, em atividades curriculares ou não, trabalhos em salas de aula, nos laboratórios de ciências e de informática, na utilização de sala de leitura, biblioteca, brinquedoteca, áreas de recreação, quadra de esportes e outros ambientes escolares".

As diretrizes sugerem ainda, por exemplo, que no ensino da história afro-brasileira esteja compreendida a história dos quilombos; na história da África, as civilizações e organizações políticas pré-coloniais, como os reinos do Mali, do Congo e do Zimbabwe; e da cultura africana, as universidades africanas Timbuktu, Gao, Djene do século XVI, entre várias outras indicações.

O professor do departamento de sociologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), Valter Silvério, acredita que o principal benefício da inclusão dos temas no currículo é o encontro das crianças com a sua própria história."Índios e negros sempre aparecem na história oficial como seres ahistóricos. É importante para as crianças relacionarem e identificarem os diferentes corpos da história brasileira. A própria relação dos estudantes com a escola pode mudar e os professores vão ser obrigados a se capacitarem nessa área temática, já que não estão preparados, não por culpa deles, mas porque estão repassando o que aprenderam", opina.

Para Valter a história da Europa pode ser desmistificada com a inclusão da história afro-brasileira, africana e indígena nos currículos. "Não para criar um tipo de revanchismo, mas a história deve ser recontada com a presença de outros atores que a compuseram. O Brasil tem todos estes atores, então, é preciso que o estudo seja melhor distribuído. A Europa já é bem estudada", afirma. O professor lembra que até a aprovação destas leis não havia nada que garantisse que os temas fossem tratados na escola.

Como inserir no currículo?

O coordenador do Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Católica de Petrópolis, Antônio Flávio Moreira, considera que a inclusão dos temas no currículo é muito positiva, sobretudo quando se pensa no público que frequenta as escolas públicas, formado por muitas crianças negras."Trazer para as crianças uma discussão sobre a história e cultura afro-brasileiras é fundamental para que elas percebam que não é só o vencedor que faz a história, que todo o povo tem sua história e que é preciso conhecê-la para entender o presente e pensar o futuro", afirma.

Antônio Flávio observa, entretanto, que é preciso pensar com cuidado a respeito de como novos conteúdos devem ser incluídos no currículo escolar, não apenas em relação aos referentes à cultura e história afro-brasileiras, africanas e indígenas, mas também outros que em vários momentos se pensa em incluir, como sexualidade, trânsito e direitos humanos, por exemplo."Eu penso que não vai dar nunca para se incluir no currículo tudo que gostaríamos, há que se fazer uma seleção, é inevitável. Me preocupa um pouco a sobrecarga de temas pelos quais o currículo é visto como responsável em termos de discussão e isso precisa ser pensado com mais cuidado", ressalta.

O professor dá um exemplo de como o tema pode ser incluído. "Quando se trabalha literatura, por exemplo, e se mostra ao aluno o valor de um texto literário, o estilo daquele escritor, buscando sensibilizar o aluno para outras obras literárias e para a literatura em geral, isso pode ser feito tanto pela literatura brasileira, quanto pela literatura portuguesa ou pela literatura africana. Então, talvez o aluno deixe de conhecer alguns escritores brasileiros, mas ele por outro lado vai enriquecer os seus conhecimentos com a familiaridade com autores africanos contemporâneos", sugere.

Na Escola Municipal Professor Souza da Silveira, no Rio de Janeiro, a coordenadora pedagógica do Ensino Médio noturno, Carla Lopes, tenta, desde 2004, fazer a lei ser aplicada na prática. Carla, que também é professora de história, conta que a melhor forma que encontrou para cumprir a legislação foi inserindo no projeto político pedagógico o Programa de Reflexões e Debates para a Consciência Negra, idealizado por ela e pelo educador George Araújo. A proposta contempla ações durante todo o ano letivo, com palestras, atividades culturais e inserção no programa das disciplinas dos temas previstos na legislação. "Em 2004 fizemos uma semana da consciência negra na escola e tive bastante reação, professores batendo porta, alunos dizendo que eu estava implementando o racismo na escola, e foi a partir daí que fizemos o diagnóstico que não dava para trabalhar com a cultura africana e afro-brasileira somente na semana da consciência negra, percebemos que tinha que ser um ato cotidiano", relata Carla.

Ela explica que os professores foram incentivados a buscar no programa de suas disciplinas possibilidades de abordagem da história e cultura afro-brasileiras. Ela fala que, sobretudo no início da implementação do programa, não foram todos os professores que aderiram à proposta. "De seis professores de matemática, apenas dois aderiram", diz. Entretanto, os estudantes das turmas que não eram atendidas por estes professores começaram a reclamar. Hoje, ela considera que alunos e professores já reconhecem o valor e a necessidade de se continuar com a proposta.

Carla ressalta que alguns resultados deste trabalho são visíveis. Estudantes e professores da escola se envolveram também em outros projetos, como a criação de um jornal comunitário, a implementação da agenda 21 local, com o tema Racismo Ambiental, e o desenvolvimento de um vídeo e livro sobre patrimônio imaterial, com a proposta de levantar a memória do samba. Além disso, conta que três estudantes foram premiados em concursos de redação que tinham como temas direitos humanos, diversidade, história e cultura afro-brasileira.

Ela acredita que em algumas escolas há uma interpretação equivocada da lei ao criar disciplinas para tratar dos temas. "Eu acho que as diretrizes justamente querem mostrar que é para estes temas estarem em todas as disciplinas. È como educação ambiental: não dá para você aprisionar educação ambiental em apenas uma disciplina, porque perpassa todas as outras. A grandiosidade do momento que vivemos hoje é essa liberdade de poder trabalhar com a história africana e a cultura afro-brasileira de uma maneira que perpassa as disciplinas", comenta.

A professora exemplifica como os temas são tratados nas disciplinas oferecidas aos alunos do Ensino Médio noturno da Escola Municipal Souza da Silveira. Nas aulas de língua estrangeira, Carla relata que desde 2005 os professores trabalham fazendo o diálogo entre a língua estrangeira e a temática da diversidade. Em 2009, os estudantes foram incentivados a investigar como a cultura negra norte-americana influenciou a brasileira. Dessa maneira, os alunos estudaram o Hip-hop, o Charme e como esses ritmos dialogam com a música e dança brasileira. Ela diz que nesse processo se descobriu, por exemplo, que alguns alunos eram DJ's e se apresentaram durante as aulas.

O que diz o MEC

Com relação ao ensino da história e cultura indígena, a Coordenação Geral da Educação Escolar Indígena, ligada à Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) do Mec, explica que a escolha sobre a forma de abordagem dos temas depende da realidade de cada escola. "Depende do projeto pedagógico da escola. Se for um projeto multidisciplinar, a abordagem não será em disciplinas, mas por temas de estudo. Nos estudos da língua, por exemplo, pode-se discutir a literatura oral dos povos indígenas e mais recentemente a literatura também escrita. Nos estudos da sociedade, discutir as formas de organização social dos povos indígenas que diferem entre si e entre nossa sociedade. Nos estudos de matemática, apresentar os diferentes sistemas de contagem dos povos indígenas e em que esses sistemas são empregados. Se o projeto for disciplinar, será melhor trabalhar por temática específica para aprofundar o conhecimento", orienta a coordenação, por meio da assessoria de imprensa.

A coordenadora geral de Educação da Diversidade da Secad, Leonor Franco, reafirma que a história e cultura afro-brasileiras, africanas e indígenas são componentes curriculares a serem incluídos em todas as disciplinas, especialmente naquelas destacadas pela legislação - educação artística, literatura e história.

Cumprimento da lei

Valter Silvério avalia que apesar de haver uma vontade política do governo federal para cumprimento da lei, poucos municípios e estados demonstram esforço para implementar o ensino da cultura e história afro-brasileiras, africanas e indígenas na escola. "Há algumas explicações para isso que têm relação com o lugar que os negros e indígenas ocupam no imaginário social. Formamos uma ideia que considero ingênua de que vivemos em uma democracia racial. E também há outra explicação que gosto mais, que tem relação com o racismo de nossas elites. Quando existe uma lei que diz que estes temas devem ser abordados na história e os gestores se recusam a implementar o nome dado para isso é racismo", diz.

A coordenação geral da educação escolar indígena, vinculada à Secad/MEC, avalia que no caso do ensino da cultura e história indígenas há situações diversas pelo país, em relação ao cumprimento da legislação. "Em alguns estados, a nova legislação sobre educação escolar indígena contribuiu para muitos avanços, como na criação de programas específicos de formação de professores em magistério nas licenciaturas interculturais, na produção de materiais didáticos específicos, em maior autonomia pedagógica para as escolas indígenas. Em outros, os avanços são poucos e há demora em sua institucionalização", respondeu a coordenação, por meio da assessoria de imprensa da Secad.

A coordenação afirmou ainda que acredita que com o novo modelo de gestão da educação indígena no país, implementado recentemente, com o decreto 6861/2009, haverá mais equidade na efetivação da lei. O decreto institui territórios etnoeducacionais, o que significa que será respeitado o limite das terras indígenas para se pensar a educação, independentemente da divisão político-administrativa do país.

Sobre o ensino da cultura e história afro-brasileiras e africanas, a Secad respondeu que há uma pesquisa em andamento, coordenada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), sobre o cumprimento da Lei 10.639, que em breve será divulgada e fornecerá elementos mais precisos sobre o cumprimento da legislação.

Alguns passos necessários

A professora Carla aponta que a falta de material didático apropriado se torna também uma dificuldade para se trabalhar os temas. "A lei é criada, altera a LDB, mas o próprio MEC aprova livros didáticos que não contemplam esta temática. Isso desestimula", critica.

Antônio Flávio destaca que é preciso incluir estes temas na formação dos professores. "O conhecimento da literatura africana contemporânea tem tanta coisa bonita e precisa ser difundida, não só na escola, mas nos cursos que formam professores, porque se o professor que vai depois trabalhar na escola não tiver essa informação, como ele irá trabalhar bem? Em letras, história, geografia, etc, é preciso que essas discussões se façam presentes de uma forma instigante, apropriada, para que estimulem os professores", opina.

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Materiais para consulta e preparo de aulas:

Especial Revista Nova Escola - África >>>>>>>

Especial revista NOva Escola - Diversidade Racial >>>>>>>>>
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Após a apropriação do material ofertado acima, reflita sobre como pode inserir em seu conteúdo anual a discussão sobre a Diversidade Racial, buscando o debate de ideias entre os discentes.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

quarta-feira, 14 de outubro de 2015



Devido ao Conselho de Classe e Série não teremos hoje o  ATPC Virtual 

    Uma singela homenagem para o nosso dia !!!


quarta-feira, 7 de outubro de 2015

FINALIZANDO O 3º BIMESTRE !!!!


                                       07/10/2015


Hoje não teremos o ATPC VIRTUAL em virtude do fechamento de notas.

Lembrando que a digitação no Sistema Babica deverá ser efetuada até o dia 09/10/2015.

Desejo à todos um excelente trabalho .



quarta-feira, 16 de setembro de 2015

AS 10 COMPETÊNCIAS DO PROFESSOR MODERNO .


A educação é um campo em constante evolução, o que exige que os professores sejam atualizados e acompanhando o desenvolvimento sempre. Portanto, as habilidades tradicionais necessárias para ser um bom professor estão se atualizando e você precisa adicionar algumas outras características que ganharam força nos últimos anos e são essenciais. Pensando nisso  busquei as novas competências do professor que podem fazer a diferença em sala de aula. 
                                                       
As 10 Competências do Professor Moderno
Estas primeiras seis Competências do Professor  não são novos, mas a sua importância são significativamente maiores para o professor moderno.
1. Comprometido: É essencial que os professores estejam comprometidos com seu trabalho e com a educação dos jovens. A responsabilidade que está nas mãos de um professor é enorme, por isso deve estar ciente disto e amar sua profissão.
2. Preparado: A formação acadêmica é outra das competências tradicionais que são exigidas de um professor. Esta exigência está aumentando em uma sociedade cada vez mais preparada e competente. Quanto melhor preparado estiver o professor,  melhor.
3. Organizado: Uma boa organização do curso e planejamento prévio são fatores-chave para o sucesso. É muito importante que o professor organize um plano de estudos para ensinar adequadamente e elabora-lo para ter tempo de abordar todos os temas plenamente.
4. Tolerante: Em uma sociedade cada vez mais diversificada e multicultural, é necessário que o professor não tenha preconceitos e trate igualmente a todos os alunos sem mostrar favoritismo.
5. Aberto para perguntas: A discussão e colaboração em sala de aula são essenciais para incentivar os alunos e implementar novas técnicas de ensino. O professor deve estar aberto a responder às perguntas dos alunos e deve se mostrar colaborativo.
6. Narrador: Uma das melhores maneiras de ensinar e transmitir idéias é através de histórias. Os melhores professores usam este método em suas aulas durante séculos. Devido à sua eficácia , esta técnica é utilizada hoje, não só pelos professores, mas também por muitos outros profissionais, como especialistas em marketing em suas campanhas.
Novas Competências
É necessário acrescentar outras competências do professor associadas às novas tecnologias . Com elas os professores passam a  ter competências do professor moderno.
7. Inovador: O professor moderno deve estar disposto a inovar e experimentar coisas novas , tanto técnicas de ensino e aplicativos educacionais, ferramentas de TIC                   ( Tecnologias da Informação e Comunicação)  e dispositivos eletrônicos. O professor moderno deve ser o primeiro a buscar isso e trazer para a sala de aula.
8. Entusiasta de Novas Tecnologias: O professor moderno deve não só ser inovador, mas também um amante de novas tecnologias. Sejam iPads, projetores ou lousas, os alunos devem antecipar e estar em constante busca de novas TICs para implementar em suas salas de aula.
9. Sociais: Uma das competências tradicionais do professor é estar aberto a perguntas. O ensino tradicional deve enfatizar esta competência e levar a conversa para as redes sociais para explorar as possibilidades do lado de fora da própria classe.
10. Geek: No melhor sentido da palavra. Internet é a maior fonte de conhecimento que o homem já construiu, então um professor moderno deve ser uma pessoa curiosa. Alguém que está sempre pesquisando e procurando dados e novas informações que possa usar para desafiar seus alunos.

Qual você considera como a melhor das Competências do Professor ?

Tem alguma outra sugestão?

quarta-feira, 5 de agosto de 2015


UMA HOMENAGEM...UMA SINGELA DESPEDIDA...

MAS  AFINAL O QUE É A VIDA ???? 



                                                                      

quarta-feira, 24 de junho de 2015

ATPC - 24/07/2015

MAPAS MENTAIS







Em ATPC´s passados já mostramos essa ferramenta muito utilizada em Educação. 
Comente como essa ferramenta poderia auxiliar sua prática em sala de aula, ou se já a utiliza nos conte como é essa experiência.

Alguns softwares e/ou sites que podem auxiliar na confecção desses mapas:



Bom Trabalho! 

quarta-feira, 17 de junho de 2015


                                                 

                              PROFESSORES


Devido ao ocorrido semana passada o ATPC de hoje será validado pelos comentários na postagem do dia 10/06/2015. Para os professores que ainda não o fizeram ainda dá tempo.  


PROJETO : NÓS CUIDAMOS DO SEU CORAÇÃO ( PROFª DEISI ROMANO)

                                                                OLHA SÓ QUE INTERESSANTE !!!!

Quem vê os olhos claros, o sorriso doce e a voz macia da Profa. Deisi Romano, não faz ideia da força e obstinação da docente, professora de Letras, que trabalha há 40 anos na Secretaria de Educação.  Hoje, lotada no gabinete da Subsecretaria de Articulação (Subsec), ela é responsável por vários projetos.  Ao conversar com o médico cardiologista Dr. Antonio Célio Camargo Moreno, da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP) , veio a ideia de oferecer aos estudantes da Rede um treinamento para massagem cardíaca.  
Deisi Romano, foi várias vezes às escolas para confeccionar os bonecos que seriam utilizados no treinamento. Nisso também houve muito aprendizado, afinal os alunos  se envolveram em outras disciplinas:  Educação Artística (a montagem do boneco com material reciclável) , Língua Portuguesa (criaram a história do boneco), Biologia e Ciências (sistema circulatório), Educação Física ( Vida saudável e exercícios físicos). Conforme a SOCESP, ao se deparar com uma vítima desacordada, chame pelo nome e toque na altura dos ombros: se ela não responder e não apresentar reação, peça ajuda com desfibrilador para o SAMU (192) ou Bombeiros (193). Enquanto o socorro não chega é preciso iniciar as compressões torácicas, deprimindo o tórax em 5 cm com pelo menos 100 compressões por minuto, de forma rápida e forte, com os braços esticados. Importante destacar que a vítima inconsciente não deve ser transportada.  Todos os alunos que fizeram o treinamento receberam um certificado de participação. A atividade, que também contou com o apoio do Corpo de Bombeiros, reuniu 2.204 alunos de escolas públicas, a partir dos 11 anos de idade.  O objetivo:  salvar vidas por meio da disseminação de informações sobre primeiros socorros e identificação de sintomas de um infarto. De acordo com a SOCESP, a ideia é treinar o maior número de pessoas em reconhecer uma parada cardíaca, chamar ajuda e fazer as compressões torácicas (massagem cardíaca) até o socorro chegar. “Com um treinamento de apenas 30 minutos podemos aumentar em até quatro vezes as chances de sobrevida de uma vítima atendida por um leigo treinado”.  Ainda para a Sociedade de Cardiologia, a conquista do recorde é uma forma de salvar mais vidas de forma direta e indireta.

Boneco Guizinho’
O treinamento da massagem cardíaca foi realizado com o ‘boneco Guizinho’, nome dado em homenagem ao seu criador, o médico cardiologista e membro da SOCESP, Agnaldo Pispico. Os modelos usualmente empregados neste tipo de treinamento custam cerca de 50 dólares cada, podendo ser usados no máximo seis vezes.
 
O ‘Guizinho’ é feito com uma garrafa pet tampada e cheia de ar, cuja pressão fica idêntica à do tórax humano. O boneco também é produzido a partir de outros materiais reciclados, como a camiseta velha que dá forma ao seu “corpo” e demais elementos utilizados para preenchê-la.
A comprovação da eficácia do modelo está em fase de publicação científica. Segundo a Sociedade de Cardiologia, alunos de uma escola no interior de São Paulo passaram por testes. Dois grupos foram submetidos a provas em um manequim de qualidade e o grupo treinado com o ‘Guizinho’ conseguiu resultado superior.
“Queremos divulgar este projeto com o boneco de material reciclado a custo quase zero para todo o Brasil e países que não têm dinheiro para comprar manequins comerciais”. Pela simplicidade, o ‘Guizinho’ pode ser feito por qualquer pessoa e o vídeo disponibilizado mostra o passo a passo da produção.

MAIORES INFORMAÇÕES : www.intranet.educação.sp.gov.br 

quarta-feira, 10 de junho de 2015

MISSÃO: PROFESSOR , IDENTIDADE: PROFESSOR


 Missão: Professor, Identidade: Professor

Há profissões dentre muitas que se confundem com a personalidade, por exemplo, a de professor. Na escola, chamam pelo seu nome? Não! No bairro? Não!

Quem é você? Professor!

Se aqueles aos quais participaram de sua vida como alunos, com o tempo  irão esquecer o seu nome, mas lembrarão o que foi em suas vidas e quando encontrá-lo, chamá-lo-á de... Portanto, a profissão de professor não está somente ligada ao que se faz em sala de aula, mas no envolvimento social e interação de amor, inteligência e desprendimento, os quais serão levados por toda a vida.
Uma profissão que chega a ser Missão, porque quem leciona, faz realmente por amor. Precisa suportar, por amor, salário indigno, descaso e muita incompreensão de alguns, além das péssimas condições de trabalho.
Muitos colegas têm de ser pais, mães, psicólogos e gerenciadores de diversos conflitos em sala de aula, os quais, muitas vezes, não estão preparados para tais eventos.
Numa reunião no início do ano letivo, ouvi o seguinte depoimento: “minha mãe é muito feliz por ter dois filhos professores, entretanto minha filha não se sente orgulhosa disso.” Para todos nós, o testemunho nos deixou encabulados e tristes.

Talvez, você se pergunte por que estou me referindo ao professor desta maneira. Olhe para o seu passado e veja quais destes nobres seres que fizeram parte da sua estrada, gostaria de abraçar, se tivesse oportunidade. Quantas coisas aprendeu, quantos países viajou e quantas fantasias criou?
Ensinar é um dom, pois exige paciência, atitude, compreensão e muito amor. É bem querer aquele que está ali na sua frente e encaminhá-lo para o mundo, com coragem e sabedoria.

Seu ofício se confunde com sua identidade, porque  sempre levará consigo o título de professor.

Seu nome o tempo irá apagar, mas não quem você verdadeiramente foi e é: PROFESSOR!

Relacione o texto com sua visão frente às diferentes gerações .


quarta-feira, 3 de junho de 2015

ATPC - 03/06/2015

PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO

Desde o dia 22/05 está aberta a Consulta Pública aos educadores paulistas para a consolidação das  Metas e Estratégias.
Para participar desta consulta basta acessar a sua intranet  e respondê-la até dia 09/06/2015.
Para conhecer o Plano, clique no link abaixo:
Comente conosco suas considerações acerca das Metas 16, 17, 18 e 19, para auxiliá-lo assista ao vídeo abaixo:

Boa reflexão, e Bom feriado!

quarta-feira, 27 de maio de 2015




QUESTÃO PEDAGÓGICA 
PARA ALUNOS DAS 1ªSÉRIES 






COTIDIANO - AULA DE ABUSO 
PARA ALUNOS DAS 2ª E 3ª SÉRIES

 -

ATIVIDADE DIRECIONADA DO DIA 23/05/2015

                            

                                MOMENTO TROCA 

Com base na atividade do dia 23, divida conosco 2 comentários que você leu da sua turma e que realmente foi bem contextualizado com o vídeo proposto.

OBS : I- Não precisa colocar o nome do aluno somente a turma .
         II- Caso o professor não tenha tido turma, poderá apenas comentar o próprio vídeo.
                                                               
                                                                   PROFESSORES(AS)

1A  e 1B  Daniela 

1C -  Mônica 

1D -  Edlaine 

1E -  Luciana 

1F - Maria Thereza 

1G - Edlaine

 2A -  Jacqueline 

2B -  Fábio

2C -  Elisiário 

2D - Ana Cristina 

2E - Arnaldo

3A -  Tatiana 

3B/3C - Débora 

3D -  Sidnei 


quarta-feira, 13 de maio de 2015

quarta-feira, 22 de abril de 2015

O " AVENTAL" QUE PROTEGE O PROFESSOR


INDISCIPLINA NA ESCOLA E NA SALA DE AULA

O “avental” que protege o professor

Todos os professores de uma escola deveriam se reunir com os coordenadores e diretores para estabelecerem entre si um padrão para cada tipo de transgressão que os alunos cometem. Assim, poderiam levantar um inventário das indisciplinas mais comuns dos alunos, avaliá-las e estudar quais as consequências educativas progressivas a serem adotadas pelos professores. Esse padrão será o “avental” comportamental que protegerá as ideias e a pele do professor das transgressões dos alunos.

Para chegarem a esse “avental”, todos os professores deveriam participar de sua “confecção”. Mesmo que um professor não concorde com o “avental” votado e aprovado pela equipe, terá de vesti-lo. Se recusar-se, estará dando aos alunos um exemplo de desobediência, e estes se sentirão autorizados a também infringir outras normas escolares.

Há uma grande diferença entre o “avental” que representa a função escolar, a roupa e a pele do professor. Se o aluno transgride, agride ou atira um objeto contra o professor na sala de aula, o primeiro a ser atingido é o avental, portanto, a escola. Assim como o professor é resguardado pelo avental, precisa também defender a escola da qual faz parte. Defendendo a escola, ele estará se protegendo.

O “avental” protege a escola.
A roupa resguarda a função do professor.
A pele protege a integridade física do professor.

Caso o professor não use o “avental”, as transgressões dos alunos atingirão sua roupa. O professor estará sendo atingido na sua função em sala de aula, que deveria ser respeitada por todos, inclusive por ele mesmo, pois esta função está predeterminada e bem definida antes mesmo de começar a aula. Quando o professor se sente atingido na sua pessoa física, nas suas convicções pessoais ou nos seus sentimentos é porque a agressão atingiu o alvo visado. Sua reação torna-se tremendamente pessoal. Isso é muito sério, pois a transgressão do aluno atravessou o “avental” escolar e a roupa para atingir a pele do professor.

Assim como há professores de pele (casca) grossa, a quem nada atinge, há também outros cuja sensibilidade fica exposta, mesmo sob a proteção do “avental”. Está claro que os professores não poderão virar robôs com aventais de ferro, como as armaduras dos cavaleiros medievais, que tiram inclusive a sua liberdade de expressão e criatividade. Porém, a escola não deve distribuir aventais rotos e esburacados, que não protegem seus representantes.

O “avental” comportamental dos professores gera tranquilidade nos alunos e confiabilidade nos pais.

O uso do avental

A escola que confeccionar o seu avental comportamental terá uma organização própria caracterizada pela integração das opiniões e aprovações de todos os professores. No “avental” estará presente a contribuição de cada professor, portanto, não lhe será estranho o uso.

O uso do avental faz com que todos sejam organizados, disciplinados e progressivos, fator essencial à formação da cidadania.

Pessoas civilizadas são disciplinadas.

Escola, mais que família, menos que sociedade

Uma das funções da escola é: ao enxergar a indisciplina, servir de espaço intermediário entre família e sociedade. É um contexto no qual as regras e exigências são mais severas que as da família, porém mais brandas que a sociedade. Portanto, a escola não deveria deixar passar impune o que na sociedade não poderá acontecer.

A família pode tolerar,
E a escola não deixar passar
A indisciplina que a sociedade irá punir.

TIBA, Içami. Ensinar aprendendo: novos paradigmas na educação. São Paulo: Integrare Editora, 006.


quarta-feira, 8 de abril de 2015



Um pouco de humor alivia ....

COMPENSAÇÃO DE AUSÊNCIA

PARECER CEE N•67/98 - Capítulo III Da Freqüência e Compensação de Ausências Artigo 77- A escola fará o controle sistemático de freqüência dos alunos às atividades escolares e, bimestralmente, adotará as medidas necessárias para que os alunos possam compensar ausências que ultrapassem o limite de 20% do total das aulas dadas ao longo de cada mês letivo. § 1º- As atividades de compensação de ausências serão programadas, orientadas e registradas pelo professor da classe ou das disciplinas, com a finalidade de sanar as dificuldades de aprendizagem provocadas por freqüência irregular às aulas. § 2º- A compensação de ausências não exime a escola de adotar as medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente, e nem a família e o próprio aluno de justificar suas faltas. Artigo 78 - O controle de freqüência será efetuado sobre o total de horas letivas, exigida a freqüência mínima de 75% para promoção. Parágrafo único- Poderá ser reclassificado o aluno que, no período letivo anterior, não atingiu a freqüência mínima exigida. Artigo 79 - Os critérios e procedimentos para o controle da freqüência e para a compensação de ausências serão disciplinados no regimento da escola

quarta-feira, 1 de abril de 2015



COM BASE NO ATPC DE 31/03/2015,  CADA MOMENTO UM NOVO DESAFIO( CURRÍCULO OFICIAL, COMPENSAÇÃO, ALUNOS COM NECESSIDADES ESPECIAIS E O ....TAL OLHAR DIFERENCIADO  ..).

PÁSCOA É O MOMENTO DE RENASCER...
SEJA PARA UM NOVO MODO DE VIDA, SEJA PARA O AMOR, PARA A AMIZADE...
ENFIM,QUE TODOS NÓS POSSAMOS RENASCER PARA A FELICIDADE !!!
MEUS SINCEROS DESEJOS DE UMA FELIZ PÁSCOA À TODOS !
BEIJOCAS !!


     

quarta-feira, 25 de março de 2015




RESOLUÇÃO 61 ( 11/11/2014) -  DISPÕE SOBRE A EDUCAÇÃO ESPECIAL NA UNIDADES ESCOLARES DA REDE ESTADUAL DE ENSINO .

INCLUSÃO ?????
COMO NÃO EXCLUIR ????

quarta-feira, 18 de março de 2015

quarta-feira, 11 de março de 2015

Embora exista um direcionamento à universidade, professor será sempre professor, seja no Município, Estado ou no Particular .
E para você, qual a postura ideal do professor ?????????