quarta-feira, 5 de novembro de 2014

ATPC - 05/11/2014

A Saúde do Professor




Após assistir ao vídeo, sugerimos também que leiam ao texto:


Nos comentários reflita sobre sua condição de trabalho, e o quanto você colabora com sua saúde tomando as medidas protetivas citadas no vídeo e no texto.

Bom Trabalho!!
No
-

24 comentários:

  1. Os itens acima apontados, tanto no vídeo, quanto na pesquisa, nos dá a radiografia exata da situação do professor hoje. Muitas vezes,envolvidos nesse "turbilhão" de trabalho nos esquecemos dos essenciais cuidados preventivos e, quando percebemos, as consequências são notórias e até irreversíveis. Infelizmente, nossa cultura é a de remediar e não a de prevenir, pois estamos tão envoltos às atividades cotidianas que não nos damos conta de que antes de professores,primeiramente, somos humanos e mortais. As dicas dadas pelos palestrantes são realmente de grande valia, mas para fazer uso das mesmas é preciso que haja uma "mudança atitudinal" de nossa parte para que quando percebermos a primeira fase de alerta, imediatamente revertermos a mesma para não chegar à exaustão completa, fase esta na qual vários professores já se encontram, portanto afastados pela licença saúde, e o pior, em sua maioria com problemas irreversíveis. Sempre que me vejo em situação de risco, procuro respirar fundo e manter a calma para não perder o foco, nem o domínio da situação, o que já é bem estressante. Então procuro fazer o que está ao meu alcance,da melhor forma possível,e como afirma a palestrante, no final, tudo se resolve, e a nossa saúde nem sempre!

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  2. Tanto a saúde do professor quanto a saúde de qualquer trabalhador deve ser ponderada com o mais extremo cuidado. Não se pode esconder as dificuldades de cada profissão, porém ao professor cabe uma situação muito especial. Tem de agir com profissionalismo e dedicação em uma área onde os alunos já não lhe têm como essencial, tratam-no como um qualquer e não raramente lhe faltam deliberadamente com o respeito. Diante desse quadro negativo, aprofunda-se o professor muitas vezes em constantes aborrecimentos, que dificultam o desenvolvimento sadio de suas aulas e consequentemente trazem à tona o "mal do professor", a chamada depressão de sala de aula. Esse é o principal problema enfrentado pelo professor em sala de aula, isso, além das doenças corriqueiras, as quais o profissional mediante um péssimo salário e um plano assistencial falido, fica impossibilitado de condicionar-se a uma melhor ação preventiva.
    É isso.
    PROF. SIDNEI

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  3. Estresse, falta de voz, má postura são apenas algumas das diversas vulnerabilidades sofridas pelo professor e que não é percebida por nós mesmos ou pela sociedade. Por sofrermos de tais riscos é que não podemos descuidar de nossa saúde visto que nosso publico precisa exatamente de nós não é de nossa escrita, ou do que pensamos mas necessita do que falamos e fazemos fisicamente. nem todos conseguem desenvolver exercícios de alongamento antes de entrar em sala muitos menos temos tempo, devido a grande carga de trabalho, para percebermos que estamos doentes. Prof Arnaldo Santana

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  4. A saúde de um profissional está diretamente associada aos cuidados integrativos que este profissional assume em relação à si mesmo, em relação ao ambiente de trabalho e em relação aos relacionamentos profissionalmente comprometidos. Os cuidados integrativos relacionados a si mesmo se referem aos cuidados com a higiene pessoal, à dedicação as atividades desportivas e à uma alimentação sadia sem ignorar a necessidade de entretenimento ou lazer. Os cuidados integrativos relacionados ao ambiente de trabalho regem relacionamentos humanos positivos com os colegas de trabalho na medida em que estes relacionamentos se caracterizam e se desenvolvem socialmente enquanto solidários, cooperativos e comprometidos com resultados. Os cuidados integrativos circunstanciados em relações profissionais construtivas e cooperativas entre os agentes ou sujeitos da prestação de serviços e os beneficiários, fundamentam relacionamentos humanos comprometidos com resultados favoráveis que visam o aperfeiçoamento de todos os envolvidos.

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  5. Ameaças à saúde dos profissionais da educação:
    Pressão em excesso, falta de sono, tensões no trabalho que aumentam irritabilidade e doenças, assédio moral que se manifesta de diferentes formas, dores nas costas, inflamação das cordas vocais, indisciplina e dispersão dos alunos.

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  6. Prof. Marcos Duarte
    Tudo que foi dito no vídeo e escrito nos textos, mostram a realidade do dia-a-dia dos professores, que todos sabem, mas, não existe a vontade política de resolver. Os professores são como um elefante amarrado por um barbante numa árvore, pois eles não sabem a força que tem, parte disso, se deve ao fato de ser uma classe dividida e massa de manobra por parte dos políticos. Com relação ao meu procedimento, nunca me preocupei em efetivamente estar fazendo exercícios para isso ou aquilo, talvez por abusar da saúde que tenho e agradeço a Deus por poder suportar essa carga de trabalho nesses 30 anos de magistério, acredito também, que o maior estrago acontece na nossa parte psicológica afinal, a escola se tornou um hospital de doenças sociais e nos temos de lidar com isso. Agora vou pensar um pouco mais em cuidar de alguns aspectos que observei no vídeo principalmente.
    Prof. Marcos Duarte

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  7. Este comentário foi removido pelo autor.

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  8. Os pontos exibidos no vídeo só comprovam o quão a saúde do ser humano está cada vez mais em desequilíbrio. O profissional da Educação, especificamente, deve tomar os devidos cuidados no seu dia a dia, pois ele lida com carga horária exaustiva, além de se aborrecer com os alunos,frequentemente, abalando a sua saúde emocional.
    Há de se considerar que o professor precisa, acima de tudo, organizar o seu tempo, evitando se tumultuar com os afazeres pessoais e profissionais. Praticar exercícios físicos é de ótima valia, segundo orientações dos especialistas, pois a saúde desse profissional passa a encontrar o equilíbrio físico e emocional. Vale lembrar que realizar atividades extras ao trabalho é de suma importância, além de proporcionar um bem-estar imenso aos professores. Penso que é sempre bom apreciar e praticar artes de alto nível, com o intuito de levantar a autoestima de quaisquer profissionais que almejam uma vida saudável e feliz.
    Eu, como especialista na área da Educação, procuro equilibrar a minha vida pessoal com a profissional, mudando alguns hábitos alimentares. Procuro também realizar atividades físicas, Canto Coral e Curso de Ikebana (arranjo floral). Não costumo levar para o meu lar problemas ocasionados no trabalho porque sei que isso não me fará bem emocionalmente. Ou seja: faço um balanço no fim do expediente para refletir o que me fez sentir exausta ou o que não consegui cumprir como profissional. Acredito que isso será de grande utilidade até mesmo para descartar coisas inúteis que não estão me fazendo bem e que estão sendo prejudiciais a minha saúde. Agora, mais do que nunca, vou focar nos pontos que proporcionem o bem-esta em minha vida.

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  9. O ser professor cada dia tem de matar um leão pois atualmente não está fácil estar em uma sala de aula, as vezes tem que parecer que estamos dando cambalhota para poder fazer conque os alunos entenda o conteúdo aplicado, devido a sua displicência e falta de interesse em querer aprender, nisso faz conque nós desgastemos muito mentalmente e até fisicamente. Por isso nós temos sempre de cuidar da nossa saúde para cada dia estarmos sempre pronto e disposto a exercer com dignidade nossa profissão.

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    1. O relato acima e de autoria do Prof. JORGE AMARO

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  10. O excesso de trabalho, indisciplina em sala de aula, demanda de pais de alunos, desgaste físico, aumento de responsabilidades, salário baixo, falta de reconhecimento, rotina, ansiedade, angústias, tensões, contribuem para o aumento de estresse do professor com grandes proporções. Analisando o vídeo e a pesquisa, observo um “olhar” diferente para a promoção da saúde do professor, porém a realidade é muito diferente. O professor não tem tempo para realizar um alongamento, tão pouco observar se está correta a sua postura diante da utilização da lousa, a tonalidade da sua voz, até porque ,somos cobrados constantemente a cumprir tarefas burocráticas na escola e em casa , quando poderíamos estar cuidando da saúde. Seria muito importante se as autoridades competentes e a própria escola se conscientizasse da importância de promover um espaço para discutir e orientar os professores na prevenção da saúde. Denise.

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    1. Retificação: "(...) Seria muito importante se as autoridades competentes e a própria escola se conscientizassem da importância de promover um espaço para discutir e orientar os professores na prevenção da saúde." Denise.

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  11. Tenho necessidade de falar por horas seguidas , e por esse motivo estou exposto à situações extremas de estresse , por ter que dar uma quantidade grande de aulas . Por outro lado , também, por falta de orientação , não é raro , por muitas vezes , o hábito de repetir movimentos de forma excessiva e errada , causando-me constantes desgastes físicos . Isso torna-se um trabalho árduo , de difícil tarefa , e tem-se tornado um desfio para eu superá-los .
    Procuro replanejar as minhas aulas para trona-las mais interessantes e motivadoras , e obter , como consequência , um ambiente mais disciplinado , com mais atenção por parte dos alunos , e menos desgastes .
    Trocar informações com outros professores , coordenação e direção , também , ajuda a diminuir o nível de preocupação . É fundamental colaborar para se ter boas relações no ambiente de trabalho escolar .
    Prof. Carlos Augusto Balula Moraes .

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  12. Infelizmente o cotidiano estressante leva o nosso corpo a exaustão.
    Uma maneira de diminuir isso, seria o convívio mais leve no ambiente de trabalho. Onde a compreensão e a ajuda mútua permeassem a nossa convivência.
    Infelizmente os problemas externos, sem a nossa vontade, são interiorizados e se transformam em dores, ansiedade e tudo o mais que destrói o ser humano.
    Procure ser feliz. Nas pequenas coisas. É a minha dica.

    Maria Alcedina.

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  13. Nossa sociedade, decididamente, não é educadora, mas, mesmo assim, felizmente, algumas pessoas, idealistas, com muito esforço pessoal e sacrifícios, tentam mudar esta triste realidade na prática educativa, na educação formal, através das escolas de educação básica. Entretanto, dentre estes abnegados educadores, temos, em boa parte, alguns que não conseguem levar adiante sua “missão”, pois acabam sucumbindo ao longo desse espinhoso caminho, vitimados pelo esgotamento físico e mental que é a somatória de várias causas como depressão, transtornos de ansiedade, rouquidão, hipertensão, fobias, dores musculares e outras.
    Assim, o professor, sob péssimas condições de trabalhos, com salários aviltantes e sob forte pressão emocional, acaba por adoecer. De modo geral, a doença é gerada pela percepção de que o esforço colocado no trabalho é muito superior à recompensa, atingindo o estado emocional em que o professor não sente mais vontade de produzir.
    Creio que uma maneira de evitarmos essas mazelas, é a de o educador encarar sua atividade profissional como um mero emprego (relação patrão-empregado) que lhe dá proventos para poder manter a sua própria vida (desligada da escola). No trabalho, não encontramos amigos – podemos encontrar até ótimos colegas, mas dificilmente amigos. A profissão de professor, como tantas outras, deveria ser encarada como um meio para se atingir um fim maior, que é a satisfação de poder realizar-se como cidadão e desfrutar do convívio de seus entes queridos.
    Como profissão, o professor, deve desincumbir-se com profissionalismo e responsabilidade, mas, em momento algum, deve envolver-se emocionalmente com sua ocupação.
    James

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  14. Bem, todos nós sabemos o quão desgastante é esta nossa profissão. Muitos fatores, já do conhecimento de todos, foram elencados tanto no vídeo como no texto, podendo ser considerados causadores de problemas de saúde que acometem professores no exercício de sua função.
    Há muito tempo ouvi de uma professora de ginástica que o melhor investimento que se pode fazer em prol da saúde é a atividade física, mas que este era um investimento a longo prazo. Penso que todas as pessoas que se dedicam a uma modalidade nesse sentido são mais felizes, pois com esta prática aliviam o stress do cotidiano, socializam com outras pessoas, dão risada e fazem amigos. Além disso, melhoram a parte respiratória, fortalecem a musculatura, desenvolvem a flexibilidade e o alongamento, entre outros benefícios.
    Assim, e com a ajuda de uma alimentação saudável e equilibrada, será mais fácil enfrentar a rotina cansativa e desgastante do profissional da educação.
    Mônica Monnerat

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  15. O trabalho do docente vem sofrendo mudanças no decorrer dos anos, e infelizmente essas mudanças tem causado uma série de ações nada favoráveis na saúde dos professores. Temos muita fadiga física e psicológica devido a nossa área de atuação, todos os itens citados no vídeo e texto são pertinentes com nossa rotina diária.
    Devido a todos esses fatores as ações de proteção com relação a própria saúde vai ficando de lado para que a prática docente funcione plenamente, e quando se percebe que algo não está muito bem com a própria saúde ela já está comprometida.
    De acordo com a palestrante temos que fazer o que é possível, o problema é que o possível nem sempre está de acordo com nossas tarefas e prazos. Eu acredito que algumas coisas podem ajudar e muito, como cuidados com nossa voz que é a nossa principal ferramenta de trabalho, a prática de esportes, alongamentos antes das aulas, o único problema é lembrar de tudo isso na correria do dia a dia.

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  16. Atualmente se faz necessário uma quantidade grande de aulas para completar o orçamento. Além disso, fatores como ritmo acelerado de trabalho, esforços físicos e ambientes de trabalho estressante contribuem para acarretar danos à saúde dos professores, levando-os a desenvolver estresse, faringite,lombalgias entre outros inúmeros problemas locomotores e circulatórios. Penso que um acompanhamento na escola com um profissional da área da saúde, afim de prevenir possíveis males, seria muito interessante, pois somos privados de procurar um tratamento, haja vista a quantidade insuficiente de faltas médicas que nos são atribuídas. Edlaine

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  17. 25 anos em sala de aula requer muito equilibrio, muita serenidade e muita sabedoria. Sabedoria esta em mudar posturas e atitudes que te beneficiam.Colaborei com minha saúde física e psíquica diminuindo carga horária ( trabalhava nos três períodos), procurei ajuda médica para stress, mudei minha alimentação ( hoje saudável por estar mais tempo em minha casa), faço caminhadas e controlo minhas ansiedades com medicação homeopática. O ambiente escolar não é mais meu lugar favorito para estar. O barulho me incomoda, o desinteresse por parte dos alunos me stressa, o salário não é atrativo por isso é necessário cuidar da mente e do corpo para estar equilibrada e seguir com nossa jornada.Tenho mais 3 anos como professora e acho importantíssimo tomar cuidados e se impor limites. Não somos de ferro. Como regra para meu dia a dia tenho: TRABALHO, DESCANSO E DIVERSÃO.

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  18. Acredito que uma das principais profissões que se coloca em constante desafio é a de ser professor. Trabalhar é uma das necessidades que temos na vida, porém no tocante a respondermos nossas carências financeiras, deparamos com uma situação em que temos que pegar um grande numero de aulas e com isto, as suas consequências: desgaste físico e mental, problemas na garganta, stress etc. Fatos destacados no vídeo. Algumas dicas são interessantes, porém manter um programa preventivo é por vezes esquecido ou dificultado pelas condições financeiras e quando não pensado, pagamos um alto preço, depreciando nossa saúde. Procurarei por em prática algumas destas dicas, principalmente sobre a voz.

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  19. Estudos comprovam que o exercício da docência é composto de fatores que comprometem a saúde física e mental, causando sofrimento e desgastes que desencadeiam doenças somáticas e psíquicas ou psicossomáticas. Isso se deve às pressões vivenciadas no exercício do magistério, e o acúmulo destas pressões acarreta danos para a saúde desses trabalhadores. As doenças que se apresentam com maior frequência no exercício do magistério são dores musculares, gastrite, problemas na voz (laringite, faringite), alergia, doenças de cunho psicológico e problemas cardiovasculares.

    Outro ponto destacado pela literatura que causa angustia e incômodo nos professores é que não há reconhecimento do trabalho docente da maior parte dos alunos, da falta de interesse, atenção às aulas, desrespeito ao mestre em sala de aula, e falta de um retorno positivo no desempenho das disciplinas.

    Na verdade, entendo que se trata de um reflexo do nosso próprio país, onde todas as instituições encontram-se falidas, notadamente a família, berço da nossa educação. Desta feita, um aluno que não respeita pai e mãe, certamente não respeitará seu professor, que numa condição em cadeia, o tornará fragilizado perante o corpo discente, seus colegas docentes e perante si próprio. Podendo lhe causar a médio prazo, graves problemas de saúde, especialmente psicológicos. Portanto, só com o fortalecimento das instituições, poderemos visualizar um futuro melhor para todos.

    Priscila Santos

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  20. A nossa profissão é considerada uma das mais desgastantes tanto mental quanto fisicamente e sobreviver às péssimas condições faz com que o professor não atente para a sua qualidade de vida. Os salários baixos (se considerar o nível de formação dos docentes) fazem com que a grande maioria (principalmente aqueles que têm família e são responsáveis pelo sustento dela) tenha que dobrar jornada ou exercer outras atividades. Nessas condições, o tempo torna-se escasso e cuidar da sua saúde acaba ficando em segundo plano, mesmo sendo um erro.
    Além da questão do tempo, há ainda o desprestígio que entristece, o estresse da própria sala de aula (decorrente da diversidade de pessoas com costumes diferentes, situações conflituosas), além de pressão sofrida diariamente por vários fatores organizacionais, às vezes, associados a péssimas condições ambientais ( calor por falta de ventilação adequada, ruído...). Tudo isso leva a exaustão, e sobrevivem os mais fortes.... Depressão, síndrome de bournout e outras doenças ocupacionais sinalizam o perigo da falência de todo o sistema de ensino, se não for dado o devido respeito ao professor e condições para ele cuide satisfatoriamente de sua saúde.

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  21. O vídeo ao qual assistimos sobre a saúde do professor, portanto a nossa, é suficientemente ilustrativo de todas as mazelas às quais nossa profissão nos submete. E, a questão é tão série e grave que um jovem, hoje, certamente não escolheria sofrer tudo isso para ser um profissional que se desenvolva, cresça e se sinta realizado, pois por tudo isso, seria mais conveniente que ao sair para o trabalho deva-se ter o preparo para enfrentar uma guerra todos os dias.
    Por outro lado, devemos considerar que há tempos, escolhemos ser professores e hoje encaramos todos os problemas aos quais estamos expostos com dignidade.
    Para minimizar a sobrecarga diária, eu particularmente faço uso do meu espírito humorado para entrar no palco da sala de aula. No entanto, a questão do estresse provocado pelo fator indisciplina dos alunos alimentada pela certeza da progressão continuada confundida com falta de necessidade de estudar, nos leva também a frustração por não ver resultados como esperamos sempre.
    Quanto às medidas preventivas para não adoecer, penso que poderíamos pensá-las no coletivo dos profissionais da escola com incentivos da equipe gestora em um momento que fosse criado para pensar no bem estar de todos. Isso com certeza contribuiria também para a saúde do relacionamento, reconhecimento profissional e para a valorização de todos.

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