E após assistir o vídeo “Educação por competências”, onde professor Nilson Machado aponta que a escola ainda trabalha com a reprodução do aluno e não com a criação, o que delimita seu processo de expressão e abstração, reflita e escreva sua opinião nos comentários.
Bom Trabalho!!

Segundo o vídeo "Educação por Competências" não basta se apropriar do conhecimento; é preciso utilizar o conhecimento adquirido e saber transmitir esse conhecimento. As três competências não são desenvolvidas simultaneamente uma vez que a apropriação dos conteúdos apresentados é a etapa inicial do processo de constituição das competências. A utilização do conhecimento adquirido resulta em sua transformação em conhecimento significativo. A transmissão do conhecimento significativo é um fator de motivação cognitiva para os aprendizes que tanto permite quanto promove a sua construção e apropriação por parte dos alunos.
ResponderExcluirO estudo das competências e habilidades é tema recorrente no currículo atual, porém, muitas das vezes nos deparamos tanto com professores inaptos para trabalhar o conhecimento e a aprendizagem, quanto com alunos desestimulados a participarem desse processo. Trata-se de uma questão de construtivismo coletivo, onde a atuação de todos é que deve ser privilegiada em detrimento dos interesses individualizados. Não basta o professor detentor do conhecimento seguir com rigidez o processo de aprendizagem se o aluno que recebe a informação não a utiliza, não transforma esse conhecimento em prática de vida, ou seja, é preciso relacionar o conteúdo com as experiências extracurriculares, precisamos compor nossos espaços oportunizando diferentes formas de aquisição da informação. Descobrir o outro e o que podemos fazer em relação a este descobrimento. Assim, o aluno passa a entender melhor sua importância para o meio em que vive, como elemento transformador e passível de contribuir para o enriquecimento cultural de seu meio. Enfim, trabalhar as competências é sem dúvida, saber dividir e apropriar-se do conhecimento alheio compondo para novas transformações, sejam elas pessoais ou coletivas. Enquanto o professor, precisa projetar o seu método de ensino com base nas experiências que o aluno trás consigo, bem como naquelas que poderá vivenciar em conjunto. Enfim, é isso...!
ResponderExcluirPROF. SIDNEI
Muito bem abordada a educação por competências, explicada pelo professor Nilson Machado. Realmente é necessário que a abordagem do conhecimento gere a "mobilização", esperada dos alunos, para se chegar à efetivação da prática educacional. Concordo que a criação é o melhor meio para se "expressar" e "compreender"sua realidade e seu próximo. Como o professor , profissional da educação, exerce o papel de mediador de conflitos, sua tarefa é a de atrelar o conhecimento a valores e interesses que possam envolver os alunos a colocá-los em prática em suas realizações, sendo uma tarefa muito difícil, pois ele tem de ser "o cara" para conseguir plenamente sua eficiência em uma análise individual e aprofundada dos alunos, além do amplo tempo necessário a sua aplicação.
ResponderExcluirJacqueline
Atualmente, a meta principal da escola é, sem dúvida, não mais simplesmente ensinar conteúdos, mas desenvolver competências que permitam ao sujeito alcançar sucesso pessoal e profissional. Visa permitir a cada um aprender a utilizar os seus saberes para atuar com eficiência. A escola atual procura produzir e fomentar uma característica de adaptação de conteúdos em meios que possibilitam aos alunos desenvolver competências. É a pedagogia do aprender a aprender onde se busca a valorização do método usado em detrimento do conteúdo e, do processo usado na aprendizagem em prejuízo de simplesmente se transmitir conhecimentos.
ResponderExcluirNa educação por competências o aluno é o protagonista do seu processo de aprendizagem, em detrimento do professor como principal figura desse processo. É enaltecido o que o aluno aprende por si, construindo o saber através de interação.
Enfim, uma educação por competências defende que o aluno construa os seus próprios saberes, numa interação que possibilite a ele o aprender a aprender.
Prof. Carlos Augusto Balula Moraes.
Nilson Machado em um trecho do vídeo fala sobre a expressão de si e a compreensão do outro, que é o que precisamos no nosso cotidiano. Preciso me expressar para que os alunos possam compreender o que é explanado nas aulas ou ao contrário os alunos precisam se expressar para que possa responder suas dúvidas, mas infelizmente isso não ocorre, pois os alunos são individualistas.
ResponderExcluirResumindo o que ele disse em poucas palavras precisamos trabalhar em conjunto para que possamos evoluir as competências e o aluno competente é aquele que sabe criar, fantasiar e isso tem que ser usado em todas as disciplinas. Já o Professor competente é aquele que sabe mediar.
Uma teoria muito bonita e muito bem apresentada pelo professor Nilson Machado contemplando o discurso construtivista e interacionista exigido em concursos e já bem assimilado pela maioria dos professores. Em que pese o elogio da competência realizado de forma convicta pelo referido educador, fica aqui uma ressalva no que concerne à parte em que afirma que no processo de argumentação é importante considerar o contexto e não apenas tecer considerações em defesa de um ponto de vista: com efeito, o palestrante, apesar de tecer pertinentes comentários acerca do fazer diário em uma sala de aula, talvez tenha se esquecido de contextualizar esta prática à dura rotina e às más condições das escolas públicas brasileiras. Para mim, foi mais um discurso de gabinete com pouca relação com a realidade vivida por milhares de docentes em nosso país
ResponderExcluirMônica Monnerat
Nossa cultura é extremista, como exemplo podemos citar, em uma extremidade, a época da ditadura militar na qual o cidadão pouco ou nada podia fazer, fora dos limitantes preceitos governamentais e, na outra extremidade, em tempos atuais, pós-ditadura, tudo ou quase tudo se pode fazer, pois foram abolidos os limitantes preceitos formais. O caminho do meio, como indica o bom senso, seria o indicado, mas nossa cultura reluta em aceita-lo.
ResponderExcluirNesta questão de conteudismo versus competências e habilidades, também temos evidentes os extremos: de um lado o conceitual, o saber, o conteudismo transmitido pelo professor e, do outro lado o procedimental, o fazer, ou seja, contextualizar os conteúdos dados em salas de aula de forma que os alunos aplicassem os conhecimentos adquiridos em seu cotidiano fora da escola. A escola como simulacro da própria vida.
Como educadores, sentimos que tais extremos não são absolutos e antagônicos, são, isto sim, complementares. Na verdade, são fases de um mesmo processo.
Preconizadas pelas PCN’s, as diretrizes são estas, entretanto elas não têm sido desenvolvidas satisfatoriamente, apesar do educador, dentro de suas limitações, disseminar o saber e não encontrar nos alunos o interesse mínimo necessário para a assimilação do saber e a prática do fazer.
James
A necessidade de adquirir e transmitir conteúdos e competências, tendo a mobilização do corpo docente em consonância com os alunos, para facilitar a pratica de expressão que efetivam a compreensão das diferentes experiências na vida e promovam gerenciamento de conflitos, esclarece que devemos ser flexíveis em nosso cotidiano percebendo no meio as reais carências e prioridades de aprendizado do aluno e do grupo escolar. HELENO
ResponderExcluirAo longo dos anos, a Educação tem como prioridade direcionar o processo de ensino e aprendizagem às competências e habilidades, cobradas pelo currículo oficial. Com isso, o docente, em exercício, tem o papel imprescindível na formação intelectual do discente, pois é através de aulas bem planejadas, envolvendo a interação dos mesmos que se poderá obter um resultado positivo. Além disso, o docente desenvolve o seu planejamento, respeitando o conhecimento prévio dos alunos, incluindo os seus valores também.
ResponderExcluirPor outro lado, não podemos nos esquecer que para que ocorra um resultado satisfatório, é necessária a participação unânime dos discentes, além do apoio de seus pais ou responsáveis para que a aprendizagem acontece de forma agradável e recíproca. Não basta somente o professor fazer tudo, pois o maior interessado em querer evoluir para conquistar uma ascensão social é o próprio aluno em fase de construção.
Sendo assim, o discurso exposto pelo professor Nilson Machado é só mais uma reprodução consistente e sedutora, porém redundante de como o docente deve trabalhar em sala de aula. As ações que ele mencionou em suas explanações só comprovam que, no momento, na teoria tudo é e pode ser muito eficaz, mas que na prática, a realidade é bem contraditória. Ou seja: o aluno, como ser em desenvolvimento cognitivo, social e cultural, deve se dedicar mais aos estudos, pois os professores serão os condutores desse percusso, apresentando-lhes a melhor direção. Agora a vontade e o livre arbítrio em querer aprender a aprender deverá partir do aluno.
A organização escolar e todo o processo educacional desenvolvido leva o aluno a resolver situações- problemas do cotidiano, dentro dessas situações o jovem exercita suas habilidades e competências. Um aluno quando desenvolve a competência se torna capaz de: saber cooperar, saber viver com normas e saber conviver para interagir na diversidade cultural, e cabe ao professor mediar esse processo. Edlaine
ResponderExcluirPara trabalhar com integralidade as competências nas diversas disciplinas é necessário focar nas pessoas. Competência tem a ver com gente.
ResponderExcluirAprender a colocar em ação aquilo que se sabe. Para projetar sonhos e realizá-los.
Ninguém sabe tudo e ninguém ignora tudo.
Há quem tem muitos diplomas e idéias porém não consegue colocá-las em prática e há aquele que deseja somente perfilar um bloco em cima do outro e junto com outros constroem uma casa , ao se falar em competência devemos pensar no grupo.
Uma das principais funções do professor na escola nos dias de hoje é a mediação, entre o Currículo e o aluno. O incentivo para que os estudantes sintam-se motivados a conhecer o conteúdo e se mobilizem a partir das relações estabelecidas com o cotidiano .
Maria Alcedina
Competência é a faculdade de mobilizar um conjunto de recursos cognitivos (saberes, capacidades, informações etc) para solucionar com pertinência e eficácia uma série de situações, dentro do âmbito de seu conhecimento.
ResponderExcluirPreparar o profissional como um todo para enfrentar os desafios do mercado de trabalho. Esse é o objetivo do ensino por competência, que procura desenvolver no aluno conhecimento em diversas áreas, mas competência em uma área específica, não se limitando a seu próprio conhecimento, devendo estar aberto a novas culturas, conceitos e ideias.
No ensino por competências o docente passa a ser o facilitador e o professor deve procurar desenvolver no aluno a visão empreendedora, questionadora, inovadora e inventiva. Sendo recomendável e desejável estimular a criatividade e o uso do raciocínio. Para isso o professor tem que estar em formação continuada que é uma estratégia para se manter permanentemente atualizado.
Priscila Santos
Educação por competências
ResponderExcluirAssim mesmo, a percepção das dificuldades facilita a criação dos modos de operação convencionais. Pensando mais a longo prazo, a valorização de fatores subjetivos representa uma abertura para a melhoria do orçamento setorial. Podemos já vislumbrar o modo pelo qual o entendimento das metas propostas estimula a padronização dos índices pretendidos.
Percebemos, cada vez mais, que a complexidade dos estudos efetuados estende o alcance e a importância do retorno esperado a longo prazo. É claro que o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação agrega valor ao estabelecimento do remanejamento dos quadros funcionais. Prof. Arnaldo