Modelos de ensino: das concepções...
Caros, com a chegada do fim do ano é uma ótima oportunidade para pararmos e refletirmos sobre a nossa práxis docente.
Após assistir ao vídeo, comente sobre a sua atuação particular frente a tudo que foi dito pela Profª
Silvia de Mattos Gasparian Colello.
Bom Trabalho!!
A Prática Pedagógica é importantíssima, pois ela direciona o conhecimento aplicado à prática, ou seja, o fazer a partir do conhecimento teórico. O problema está em sua aplicação objetivando uma transformação através de relações entre o meio como um todo. A sintonia entre os processos de ensino e a aprendizagem é o grande desafio, sempre problematizando o conhecimento gerando conflitos para a reflexão, análise, investigação e aplicação na solução do mesmo. Sempre analiso o aluno como um ser "construtivista", mas nem sempre consigo chegar ao proposto levando-se em conta o tempo para a atividade proposta, ou mesmo o perfil de cada classe, mas mesmo assim tento aproveitar sempre tais conflitos, quer seja propostos ou repentinos. O Socioconstrutivismo é sem dúvida o melhor caminho para essa transformação e seu aperfeiçoamento através da experiências pedagógicas é que trará meios para seu aprefeiçoamento. Poderíamos discutir a questão ainda neste ano para um planejamento mais adequado.
ResponderExcluirJacqueline fez o comentário acima.
ResponderExcluirA construção do conhecimento significativo depende da conjugação de variáveis que oportunizam, problematizam e instrumentalizam o conhecimento adquirido tornando-o conhecimento significativo. O sujeito do conhecimento é o aluno que deve estar devidamente motivado e informado para que possa desenvolver a sua capacidade de aprendizagem. A intervenção investigativa que as avaliações diagnósticas proporcionam favorecem e viabilizam a constituição do conhecimento significativo.
ExcluirNós trabalhamos em torno da Proposta Pedagógica, onde desenvolvemos todo nosso potencial, o que sabemos fazer. Momentos que avaliamos o aluno como um todo, desde que entramos na sala de aula. É importante porque serve para auto avaliação. O que devemos melhorar. Walter
ExcluirO conhecimento efetivamente se constrói à medida que ocorre o evolvimento do aluno no que se referem às aulas planejadas pelos docentes. É imprescindível que a Proposta Pedagógica seja colocada em prática, pois ela possibilita inúmeras situações de aprendizagem que servirão como processos de intervenção para sanar as defasagens encontradas tanto no Ensino Fundamental quanto no Ensino Médio. No entanto, trabalhar com a problematização de uma temática, refletir sobre os conflitos ocasionados em aulas, por meio de debates e ampliar o olhar do aluno quanto às diversas situações da vida em sociedade são recursos práticos que favorecem ao conhecimento construtivista do sujeito (aluno) em fase de evolução. Assim, acredita-se que as avaliações diagnósticas podem proporcionar, ao especialista em Educação, uma posição do aluno referente ao ensino e à aprendizagem. A reflexão é bem vinda nesse aspecto.
ResponderExcluirAntes de falar da prática docente, existe a fragilidade na formação dos professores e as contradições inerentes de uma sociedade regida pelo sistema capitalista.
ExcluirO conhecimento fragmentado, a homogeneização, a cisão entre a teoria e a prática, revela-se o distanciamento de uma proposta pedagógica condizente com o meio escolar e o mundo. Em contrapartida, na tentativa de criar novos paradigmas,percebe-se que a tendência é formar professores com uma visão “holística”, com objetivo de efetivar o saber pedagógico, dentro de uma prática construtivista, reflexiva e autônoma. O desafio do professor na sua prática pedagógica, é criar situações de aprendizagens significativas e fazer as intervenções no momento certo.
Denise.
A minha análise é que a práxis docente está presente no meu cotidiano como professor e eu procuro ter uma postura crítica e reflexiva a respeito de minhas próprias experiências, tendo uma postura que beneficie as propostas de atividades que tenham a prática como ponto de partida e de chegada.
ResponderExcluirUm dos problemas que dificultam essa postura de práxis docente é a acomodação dos professores ao reproduzirem suas atividades diárias com repetições constantes, sem diversificação dos métodos utilizados. Procuro motivar-me sempre e esforçar-me na constante busca de uma prática pedagógica que priorize a autocrítica e leve-me sempre à reflexão.
Carlos Augusto Balula Moraes.
Boa noite.
ResponderExcluirO vídeo da professora Silvia Colello apresenta de forma objetiva as correntes das quais se originaram as teorias do conhecimento. Como ela mesma explicitou, hoje vivemos uma época em que as teorias do Construtivismo ganharam corpo e aceitação de muitos. Seria um modismo? Não sei. Em que pese a grande contribuição de Piaget e de seus correligionários na concepção de aprendizagem em que a figura do professor está mais para mediador, ou seja alguém que facilita a construção do conhecimento, o que constato hoje é que muitos profissionais exibem um discurso assimilado e repetido exaustivamente, porém na prática trabalham da forma mais tradicional e ultrapassada possível.
A começar pelos critérios de avaliação, totalmente quantitativos e pela constatação de uma falsa aprendizagem baseada em número de vistos na apostila. Concluo, então, afirmando que, apesar de todo o trabalho que acarreta minha prática, ainda percebo avanços em muitos alunos que se percebiam totalmente incapazes de sucessos acadêmicos. Reconheço, contudo, que tal prática é pouquíssimo valorizada por quem deveria ser, o que me leva a compreender porque certos discursos são desprovidos de ações efetivas.
Mônica Monnerat
Práxis Pedagógica
ResponderExcluirAcredito, que minha pratica pedagógica, chegado ao final de ano, não se parece com um Iceberg, neste sentido, o desenvolvimento contínuo de distintas formas de atuação tidas por mim, promovem a alavancagem do aprendizado do aluno. A determinação clara de objetivos assume importantes posições no estabelecimento do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades de nosso aluno. Com isso, concluo que chego ao final do ano letivo dentro do que havia planejado desde o inicio para o inicio nesta Unidade escolar, mesmo assim, em uma auto avaliação vejo que será necessário alguns ajustes para o próximo ano. Abraço a todos. Prof° Arnaldo Santana
Um dos embates mais interessantes da filosofia é entre a visão de mundo de Rousseau e aquela de Hobbes. O romantismo versus o realismo. Para Rousseau, o ser humano nasce bom, a sociedade é que o perverte e Hobbes pensava exatamente o contrário, ou seja, o ser humano nasce ruim, a sociedade que o aperfeiçoa. Sou hobbesiano em qualquer discussão, inclusive em Educação. Mediante um contrato social, a sociedade organizada e educadora – que não é a nossa – consegue transformar um mineral em estado bruto em uma pedra polida e acabada. A nossa sociedade, apesar de ser movida pelo hiperconsumismo hedonístico e não ser educadora, passa por um grande processo de transformação – para melhor, mas, em essência, ainda valoriza os valores morais e éticos e vem repudiando a “Lei de Gerson – o brasileiro é esperto e gosta de levar vantagem em tudo” que na escola representa o “passar de ano, pouco ou nada aprendendo, frequentando regularmente ou não as aulas”. Como educador cumpridor desse hipotético contrato social, procuro sempre, em meus discursos ou na prática pedagógica, me insurgir contra o desinteresse e o descaso. Todo aluno, todo ser humano deve ser responsabilizado por suas escolhas pessoais – ou se enquadra no contrato social ou fica à margem da sociedade. Devemos respeitar os valores republicanos.
ResponderExcluirJames
A prática pedagógica não só expressa o saber docente como também é fonte de desenvolvimento da teoria pedagógica, pois, ao exercer a docência, de acordo com suas experiências e aprendizagens, o docente enfrenta desafios cotidianos - pequenos e grandes - que o mobilizam a construir e reconstruir novos saberes num processo contínuo de fazer e refazer. Como ocorre em um determinado contexto, pressupõe limites e possibilidades. Nesse sentido, a prática pedagógica se apresenta em constante estado de tensão. Exigência da modernização, da mudança de costumes, da evolução da sociedade e da inserção de novas teorias pedagógicas.
ResponderExcluirPriscila Santos
Todo professor ao entrar em sala de aula leva consigo sua bagagem ideológica e a abre quando inicia as atividades. Isso fica claro de qualquer modo que se escolha para ministrar a aula, quero dizer: atuar de maneira compromissada com o aprendizado do aluno ou ao contrário, deixar o barco correr face às situações enfrentadas na escola.
ResponderExcluirA minha escolha é a do compromisso com o aprendizado do aluno colocando em prática toda a minha ideologia de transformação da realidade através da educação escolar. Óbvio que quem escolhe atuar desta maneira deve traçar metas do início ao final do ano letivo almejando alcançar o objetivo do desenvolvimento do aluno, tanto no seu aprendizado, como na atitude perante a responsabilidade consigo mesmo de aprender realmente.
Apesar de todos os enfrentamentos dados pela aprovação dos alunos mesmo sem aprender no EF, ainda encontramos alunos que se identificam com nossa vontade de aprender.
Por outro lado, embora levemos em forte consideração o que é preconizado pela Profª. Silvia Colello, turmas em que a maioria dos alunos de 1ª. série do EM acostumados a avançar nos ciclos como se não tivessem sido avaliados requerem muito mais que os planejamentos compromissados com o aprendizado. Requerem a invenção de uma maneira de ensinar àqueles que não conhecem o que deveriam conhecer. Mas, infelizmente, não assisti a aula alguma que provesse professores de habilidades para tal enfrentamento. Se isso acontecesse, estaria a SE-SP assumindo o fracasso da aprovação automática no Ensino Fundamental?
Acredito que a prática pedagógica realmente nunca é neutra, pois sempre vem comprometida com valores de compreensão de mundo, do ser humano, da escola... que nós, professores, acreditamos ou somos levados a aceitar. É ela que dá sentido ao nosso trabalho, por isso escolhas erradas nos frustram, mesmo que elas são sejam nossas ( pois às vezes são impostas), mas somos o meio de elas serem concretizadas no dia a dia.
ResponderExcluirPenso ser, por isso, necessário encontrarmos a nossa coerência em sala de aula quanto à nossa prática pedagógica, independente da política educacional vigente, pois é essa coerência só nossa, enquanto profissional e ser humano, que faz não perder a referência de nosso trabalho e seguir.
Iceberg vejo tal comparação perfeita a questao do desafio em aliar a pratica pedagogica a fundamentação teorica. Diariamente corremos o risco de simplesmente desconsiderarmos o nosso alunado permanecendo na superficialidade se simplesmente cumprirmos a rotina em sala de aula, chamada, explicação teorica, avaliação, contornando gracinhas ou desinteresse. Ou melhor, torna-se fundamental o constante repensar da pratica, aprofundando sim os pensadores para que nosso corpo discente desenvolva e mostre seu potencial ao desenvolver seu olhar critico a realidade.
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