Formar quem e para quê?
Após assistir ao vídeo da Profª. Aglaé Cecília Toledo Dias Porto Alves reflita sobre a provocação e a reflexão propostas sobre as TDIC (Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação) na prática docente, e comente.
Bom trabalho!
A importância de implementar a tecnologia no currículo já é realidade, pois não podemos mais viver sem ela. Precisamos fazer uso das formas viáveis para seu uso e adequações quando necessário e questionando com os alunos, como Aglaé disse, que ela por si só não nos insere no mundo real ou virtual, ou seremos apenas meros expectadores, manuseadores e "vazios" como uma das imagens representava.É preciso "informar" antes de "formar" para que a identidade individual de nossos alunos não seja uma mera reprodução massificada do sistema tecnológico consumista, mas que seu uso apropriado nos faz evoluir gerando as mudanças revolucionárias tão esperadas para esta e as próximas gerações. Isso ocorrerá através da tecnologia aliada às vivências e experiências individuais e coletivas trazendo enriquecimento às aulas e levando à "formação" pela informação. Gostaria que tal assunto fosse mais discutido nas próximas reuniões para um melhor aproveitamento prático do tema: "Penso, logo existo!".
ResponderExcluirJacqueline
Gostaria de iniciar com uma frase do Paulo Freire. ¨Há necessidade de sermos homens e mulheres de nosso tempo e empregarmos todos os recursos disponíveis para dar o grande salto que nossa educação está a exigir. Refletindo sobre a frase de Paulo Freire e a fala da Aglaé no vídeo, concordo que precisamos estar articulado com o tempo histórico em que vive os alunos, pois estão imersos no mundo digital e não podemos fugir dessa realidade. Minha ressalva diante dos TDIC, refere-se a forma de utilização empregada na escola, a articulação com o currículo oficial ,o acompanhamento do processo ensino aprendizagem, ou inovação por inovação. Sabemos que muitas vezes , as informações que os nossos alunos recebem ou pesquisam, estão longe de adquirir conhecimentos propriamente ditos. Sou aberta à idéias novas e concordo que o uso das tecnologias, vieram complementar e motivar as atividades pedagógicas desenvolvidas no ambiente escolar e fora dela, porém com ressalvas.
ResponderExcluirDenise.
Quanto ao uso da tecnologia em sala de aula e fora dela é uma realidade, apesar de oferecermos uma certa resistência a ela, temos que reconhecer que ja faz parte de nosso dia-a-dia, é muito mais ainda sabendo que o nosso aluno ja a domina. Agora,qual é o tempo que nós temos para empregar esses recursos?. O ideal seria formar grupos de estudos que venham nos auxiliar, tirar dúvidas, em fim, poder dominar o uso da tecnologia , como é caso da secretaria digital e outros tantos que estao por vir. A dúvida neste momento é da equipe técnica, como conseguir que o professor realize tudo isso nos seus APTCs individuais que tem direito? além é claro, das outras obrigaçoes que tem. Walter
ExcluirEntendo que a tecnologia pode ser uma aliada na sala de aula.
ResponderExcluirAulas modernizadas pelo uso de recursos tecnológicos podem ser adaptadas para vários tipos de alunos, para diferentes faixas etárias e diversos níveis de aprendizado.
Vejo que alguns colegas comentam que o trabalho acaba tendo um retorno muito mais eficaz. Sei que nossos alunos merecem ter esse conhecimento.
É importante, no entanto, que haja não apenas uma revolução tecnológica nas escolas. É necessária a revolução na capacitação docente, pois a tecnologia é algo ainda a ser desmistificado para a maioria dos professores. Particularmente me sinto na pré história no que diz respeito ao uso de determinados recursos.
São várias as preocupações quando penso em preparar uma aula com o uso de tecnologia: Indisciplina, como ensinar e ao mesmo tempo controlar a sala de aula em um ambiente que não domino.
Em um outro ATPC virtual já havia comentado sobre o meu total despreparo com as tecnologias.
Algumas orientações sobre o assunto seriam muito bem vindas.
Maria Alcedina
A realização de aulas utilizando os equipamentos já disponibilizados traz a possibilidade de levar aos alunos o uso de tecnologias para o aprendizado e ao professor se utilizar de informações para conectar a educação forma, informal e não formal. Esta realidade fica muito mais próxima quando o tempo para preparo de aulas com o uso de tecnologia incluir a necessidade de adaptação do docente a este novo ambiente. HELENO
ResponderExcluirA tecnologia é algo que tomou uma proporção enorme na sociedade. O uso desses meios possibilitam que os alunos se sintam estimulados e tenham acesso a novas descobertas, isso propícia contribuições significativas e até mesmo a inclusão do aluno nas oportunidades sociais.
ResponderExcluirA escola t papel fundamental nesta construção de conhecimento tecnológico. Ao professor cabe mediar este processo de ensino- aprendizagem. Diante disto, não basta que a escola tenha os equipamentos tecnológicos, é preciso saber utilizá-los para que sejam melhor aproveitados. Eu confesso que no campo tecnológico, ainda tenho dificuldade. Edlaine
Entendo que no vídeo a provocação está no que vemos e no que conhecemos, que depende muito da informação e conhecimento que carregamos conosco para entendermos algo, se realmente a imagem bate com a informação que carregamos conosco, como se fossemos computadores.
ResponderExcluirPelo que a Profª. Aglaé Cecília Toledo Dias Porto Alves diz temos que agregar, apresentar informações aos alunos com uso de TDIC, pois atualmente os alunos e até nós Professores temos uma identidade com a máquina então se faz necessária a presença da tecnologia na sala de aula.
Professora Tatiana Cascaes
A simples presença dos PC's e dos gadgets em sala de aula não significa inovação tecnologia. Pode ser até um retrocesso, pois o computador ou assemelhado, por si só, não faz nada. Antes de pensarmos na plena implementação das tecnologias digitais nas práticas docentes, precisamos, antes de tudo, solucionar alguns problemas, tais como:
ResponderExcluir1. Melhorar a infraestrutura tecnológica. Os computadores, nas escolas públicas, são em número limitado, não tem para todos. A manutenção é precária.
2. Melhorar o acesso à rede. Apesar de todas as promessas do governo federal, ainda não temos banda larga no Brasil e, além da prestação de serviços sempre ruim, os custos são altíssimos.
3. Qualificar adequadamente os professores para a cultura digital. A maioria dos professores não sabem o quê nem como fazer uso das tecnologias digitais em suas práticas docentes. A qualificação não será alcançada apenas com um cursinho de poucas horas para ensinar a ligar e desligar aparelhos.
Solucionados estes problemas, poderemos, então, pensar em tecnologias em salas de aulas.
James
“ O mundo e nos mesmos: tudo pode ser ou não ser como é”
ResponderExcluirSartre
A começar por cada um de nos, a realidade pode permanecer a mesma ou mudar diariamente.
Formar que e para que? A discussão gira em torno de três eixos: formar, acompanhar e avaliar.
A realidade escolar pode ser vista, analisada, compreendida, apreendida e transformada a partir do pensamento humano, ou melhor a partir do prisma que nós,formadores, escolhermos. Mediante as dificuldades ou mesmo desinteresse do alunado, ao invés de apenas fazermos constatações, podemos optar pela ousadia.
Conexão, esta palavra resume esta reflexão. Atualmente a tecnologia pode ser traduzida como a extensão do ser, a conexão do ser humano com o outro. A escola urge viver neste contexto, torna-se necessário que o aluno viva o contexto escolar nesta nossa aldeia global, conectado. E não considere a escola como se estivesse em outro século obtendo informações apenas por livros .
A tecnologia pode sim provocar o encantamento pelo saber, instigando a curiosidade, provocando reflexões, construindo o senso critico.
A tecnologia se utilizada como instrumento, como meio facilitador do processo ensino-aprendizagem, proporciona , facilita, veicula a assimilação e acomodação das informações agregando novos significados na construção do seu saber. Desta forma nosso aluno, não ficará como um homem vazio, que não retém conhecimento, ao contrario poderá tornar-se sujeito transformador, sujeito pensante, sujeito que faz uso do senso critico e não apenas mero expectador ao real.
Por fim podemos tomar nosso papel de formadores tal qual semeadores de bambus chinês.
O bambu chinês leva quatro anos para desabrochar e cresce no quinto ano 24 metros. Sua raiz é profunda e leva tempo para se firmar.
Nosso alunado que por muitas vezes parece tão alheio a realidade, que vive o turbilhão da adolescência, necessita também de nossa persistência. A formação do ser humano não acontece de forma magica, ou rapidamente. O tempo, este mestre do saber mostra que por mais que pareça no momento que estamos jogando palavras ao vento, o tempo mostrará que nosso trabalho colaborou de fato na formação humana.
Interessante a proposta Curriculo + e com certeza o papel da escola é apresentar este "novo" mundo das TDCI às futuras gerações, mas....a Educação num todo também deve nos apresentar mudanças....Infraestrutura, qualificação dos professores, acesso à rede.Inovar é preciso sim e é urgente.Nossos alunos já estão na era digital, já respiram tecnologia e a educação pública continua arcaica e lenta.
ResponderExcluirSenhora Christiane,
ExcluirQuantos erros ortográficos são esses criatura? A senhora não se envergonha disso? Pasmem, oriento a senhora ler Pascoal Cegalha, faz bem a alma e a escrita.
O vídeo nos fala sobre a importância da tecnologia no processo pedagógico atual, não só no aspecto modernidade como também na sua aplicabilidade. O uso consciente e organizado dos recursos tecnológicos vem se transformando a passos largos em uma realidade da qual não se pode mais prescindir. O simples ato de copiar a matéria da lousa vem perdendo espaço para a tecnologia, até por questão de praticidade e conforto: não raro presenciamos alunos fotografando o conteúdo com o celular e transcrevendo-o em seus cadernos de forma tranquila e natural. Pouco a pouco algumas práticas vão perdendo o sentido e sendo substituídas por outras mais condizentes com os tempos atuais.
ResponderExcluirAliás, a escola tradicional que ignora o futuro perde terreno. Temos muito o que aprender para lidar de forma satisfatória com todas essas mudanças. Há que se capacitar o professor exemplarmente para que ele possa agir com segurança e não se culpar indevidamente por uma realidade tão diferente da que, um dia, serviu-lhe de base para o exercício da docência.
Os novos tempos chegaram. Abram alas para a tecnologia passar!
Mônica Monnerat
A tecnologia, a cada ano que passa, vem conquistando o seu espaço na sociedade e isso não deixa de ser um fator positivo. É bom sinalizar que todas as áreas do conhecimento se beneficiam dos recursos tecnológicos com o propósito de tornar a vida de vários profissionais mais prática. Na área da Educação, por exemplo, a maioria dos docentes está ciente de que as TDIC ((Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação) já fazem parte do currículo, pois as aulas poderão ser planejadas por meio dos recursos digitais, proporcionando ao aluno uma forma mais pragmática e criativa de se apresentar um determinado assunto em debate. Percebe-se que a geração de hoje está mais informatizada, conseguindo lidar melhor com essa ferramenta. Por outro lado, ainda há uma aversão, por parte de alguns docentes, quanto ao uso da tecnologia em sala de aula, pois faltam-lhes capacitação.
ResponderExcluirHá de se considerar que não dar mais para ignorarmos a utilização da tecnologia em quaisquer áreas do conhecimento, pois ela nos acompanha a todo momento.
Portanto, penso que a finalidade da escola é focar na aprendizagem, ou seja, na construção do conhecimento, formando cidadãos aptos à sociedade. Para que esse objetivo seja concretizado de acordo com as propostas do currículo, é necessário que hajam mudanças de paradigma e, principalmente, capacitações para todos os profissionais da Educação. Enquanto há vida, há oportunidades, por isso, precisamos nos qualificar para enfrentarmos os desafios que já existem e os que estão por vir.
Senhora professora,
ExcluirCom todo respeito e sem ofensas, mas a senhora escreve muito mal, eu até que tentei ler seu texto, mas a concordância nominal e verbal esta estranha. Deus me livre de um filho meu ser seu aluno.
Apesar de áreas distintas, quais sejam: educação e tecnologia, para efeito pedagógico, na sua concepção moderna, estão diretamente ligados, eis que o processo de desenvolvimento da área educacional é dependente do emprego de todas as ferramentas tecnológicas existentes. E o corpo docente não pode se virar a realidade, tendo que se adaptar a esse novo processo, sob pena de se desatualizar. Toda mudança, inicialmente encontra resistência. O emprego de recursos tecnológicos é um caminho sem volta, pois inserido em todos os ramos de atividade, em nossos lares, nas atividades cotidianas, sociais e obviamente educacionais. Portanto o professor moderno deve aliar o conhecimento pedagógico ao uso de ferramentas tecnológicas, de maior assimilação pelo corpo discente, por nascidos dentro dessa nova realidade; buscando atrai-los pelo uso destes equipamentos. A educação moderna não aceita o modelo instrucionalista, mas está aberto ao amplo debate e a participação igualitária de todos os agentes educacionais, sendo papel do professor introduzir a tecnologia como ferramenta educacional.
ResponderExcluirPriscila
Quando falamos de tecnologia e a forma de podemos estar mais conectado professor e aluno, esse e o recurso mais utilizado por todos onde podemos conquistar o imaginável, como educador só tem me ajudado pois me da condições de buscar informações mais precisa para transmitir aos alunos, e fazer com que esses alunos através dessa mesma tecnologia vá atrás de seus objetivos pois no mundo de hoje não temos mais condições de viver sem a mesma.
ResponderExcluirProfessor Jorge Amaro
A tecnologia no mundo de hoje e precisa, pois está nos dando mais liberdade de criarmos forma de trabalhar com o novo, e aproveitar que todos nossos alunos estão inserido nela, sem também esquecer da lousa e giz onde podemos unir as duas formas de transmitir as informações pedagógicas que serão trabalhadas.
ResponderExcluirJorge Amaro
Essa professora Aglaé Cecília Toledo Dias Porto Alves, ela me lembra o Excepcional Doutor (Falecido) da UNICAMP - Rubens Alves. Lembro com alegria e ternura de todas as leitura que fiz de todos os livros dele, os quais me ensinaram muito, aliás devo muito aos livros escritos por esse cidadão quando vivo, mas minha decepção foi mais excepcional ainda quando convivi com ele pessoalmente na UNICAMP. Horrível, ele odiava os alunos, fazia pouco caso, ai certa manhã daquele sofrido ano de 2005, tive uma fala com ele, a qual me deixou pasma, quando entendi, que TEORIAS são diferentes de PRÁTICAS no TRABALHO, uma coisa é a obra a outra é fazer aquilo que escreveu na prática. A mesma coisa serve para a renomada professora citada acima, é péssima profissional no GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO, em tudo, agora vamos lá as qualidades, sabe muito para ela e até para os outros quando é bem paga, Tem uma dinâmica excelente na metodologia, mas aquilo é só ali, porque na prática é uma das piores profissionais que já vi como supervisora de ensino do Governo de São Paulo, não atende os pais e nem os alunos, odeia professores, odeia pessoas pobres, enfim. Não se iludam com essa senhora, lembrando aos leitores que aqui é BRASIL, pode tudo, receber salários sem trabalhar, faltar ao trabalho, e depois sair de papagaio, periquito faz e papagaio leva a fama. Mas o Universo esta de olho, essas pessoas empobrecidas de verdades um dia pagará aqui, para todos presenciar. Boa leitura ..a todos. Mas ela deveria não citar o Paulo Freire, esse sim era gente que sabe e faz. Muito triste
ResponderExcluirEssa professora Aglaé Cecília Toledo Dias Porto Alves, ela me lembra o Excepcional Doutor (Falecido) da UNICAMP - Rubens Alves. Lembro com alegria e ternura de todas as leitura que fiz de todos os livros dele, os quais me ensinaram muito, aliás devo muito aos livros escritos por esse cidadão quando vivo, mas minha decepção foi mais excepcional ainda quando convivi com ele pessoalmente na UNICAMP. Horrível, ele odiava os alunos, fazia pouco caso, ai certa manhã daquele sofrido ano de 2005, tive uma fala com ele, a qual me deixou pasma, quando entendi, que TEORIAS são diferentes de PRÁTICAS no TRABALHO, uma coisa é a obra a outra é fazer aquilo que escreveu na prática. A mesma coisa serve para a renomada professora citada acima, é péssima profissional no GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO, em tudo, agora vamos lá as qualidades, sabe muito para ela e até para os outros quando é bem paga, Tem uma dinâmica excelente na metodologia, mas aquilo é só ali, porque na prática é uma das piores profissionais que já vi como supervisora de ensino do Governo de São Paulo, não atende os pais e nem os alunos, odeia professores, odeia pessoas pobres, enfim. Não se iludam com essa senhora, lembrando aos leitores que aqui é BRASIL, pode tudo, receber salários sem trabalhar, faltar ao trabalho, e depois sair de papagaio, periquito faz e papagaio leva a fama. Mas o Universo esta de olho, essas pessoas empobrecidas de verdades um dia pagará aqui, para todos presenciar. Boa leitura ..a todos. Mas ela deveria não citar o Paulo Freire, esse sim era gente que sabe e faz. Muito triste
ResponderExcluirHá muitos anos assisti de pé o sepultamento do ensino público no Brasil, fiquei muito triste com esse velório, pois lembro com saudade daquele tempo que as escolas públicas eram mesmo para poucos, mas os poucos que ali conseguiam uma vaga para ter acesso aqueles velhos e antigos bancos escolares de madeira, rsrsrs saiam dessa escola com saberes, tais como, ler e escrever com decência e sabedoria, foi lá naquela escola de poucos para poucos que aprendi a escrever e hoje aqui tenho a felicidade de escrever a essa doutora destacada acima, e afirmo que a escola de antigamente funcionava sim e eu sou fruto dessa escola, é lamentável o que se ver nos dias atuais, vaga para a escola pública tem sim para todos é verdade, mas estudo mesmo não tem, claro que não sou idiota de comparar o Brasil de ontem com o Brasil de hoje, sabe o porquê? Fácil responder, o de ontem tinha menos habitantes, tinha mais respeito entre as pessoas, tinha leis severas, tinha ditadura aliada a moral. o de hoje é um pais de pilantra, de pessoas oportunistas, de democracias falsas, de discriminação declarada a quem quer que seja, de pessoas sem compromisso com o que faz, de pessoas que odeiam ser professores, de pessoas malignas. Tudo isso tem a ver com as escolas públicas, atualmente verdadeiros cortiços, são fedidas, feias e repletas de pessoas ruins, que passam o dia enganando os alunos e aos pais. Ensino mesmo não existe nesses locais horríveis. A escola pública faleceu, se aproxima o dia de finados e irei acender uma vela para a antiga escola pública a qual devo muito. Agora essa senhora teórica fica com escritas estranhas irreais diante da polêmica do falecimento da escola pública. Senhora Doutora, até entendo que a senhora necessita de bons salários e já deve esta aposentada, agora senhora se ligue, acorde, pare de escrever ilusões... o nosso pais não tem qualidade em nada, quem quer ensino de qualidade, paga, quem quer saúde paga, quem quer segurança paga, Para com esse papo de ensino nos dias atuais nas escolas públicas, aquilo não são escolas, apenas depósito de seres humanos no inicio da vida, pobres e sem acesso a nada, sairão dessa escola, sem saber nem ler e escrever, isso é alienação, sabe o Comênio quando ele fala ensinar tudo a todos, ele estava se referindo a escolas e não a depósitos de excluídos. Brasil é um pais de fortes desigualdades sociais e as escolas públicas, são seu maior exemplo. Cada povo tem o governo que merece. Parabéns a Maquiavel, pobre gosta mesmo de saborear bondades de gota a gota e, pauladas de uma vez.
ResponderExcluirPágina da internet excelente para ler, refletir e enxergar verdade. Belo e verdadeiro texto do escritor acima que não se identificou. Concordo plenamente com o senhor(a), o que temos no Brasil é isso mesmo, Antigamente as escolas funcionavam de verdade. Hoje somos obrigados a pagar ensino de qualidade 2 vezes, o primeiro nossos impostos e o segundo nossos salários. Detesto escolas públicas e nem na calçada eu piso. Sou do PSDB e, penso assim mesmo. Professores, diretores e supervisores são apenas pessoas empregadas que claro recebem excelentes salários, mesmo porque para quem nada faz qualquer quantia será bem paga. Antigamente professores tinham respeito e salários, claro mereciam. Odeio escolas públicas sem exceção.
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