quarta-feira, 30 de julho de 2014

ATPC- 30/07/2014

SECRETARIA ESCOLAR DIGITAL


Caros professores

Como é sabido por todos, a partir de 28/07/2014 todos deverão utilizar a plataforma da Secretaria Escolar Digital para realizar as suas anotações de Diário de Classe.
Assim, este ATPC é dedicado testarem seus acessos, navegarem pela plataforma e verificarem as eventuais dúvidas que possuírem para que o trabalho seja realizado da melhor maneira possível.
Lembramos que a escrituração em Diário de Classe real (papel) permanecerá inalterada, pelo menos no ano corrente.
Abaixo segue o vídeo explicativo , bem como o manual de utilização para professores:





Para acessar a plataforma clique AQUI!

Para completar a sua tarefa desta semana deixe no seu comentário:

  • se conseguiu acessar a plataforma
  • se conseguiu realizar a navegação adequadamente
  • se as suas turmas estão atribuídas corretamente
  • se sua Formação Curricular, em Vida Funcional está correta.

Bom trabalho!





quarta-feira, 23 de julho de 2014

ATPC 23/07/2014


A importância da família no processo de educar

A mim me dá pena e preocupação quando convivo com famílias que experimentam a “tirania da liberdade” em que as crianças podem tudo: gritam, riscam as paredes, ameaçam as visitas em face da autoridade complacente dos pais que se pensam ainda campeões da liberdade. (PAULO FREIRE, 2000: 29)

A sociedade moderna vive uma crise de valores éticos e morais sem precedentes. Essa é uma constatação que nada tem de original, pois todos a estão percebendo e vivenciando de alguma maneira. O fato de ser uma professora a fazer essa constatação também não é nenhuma surpresa, pois é na escola que essa crise acaba, muitas vezes, ficando em maior evidência.

Nunca na escola se discutiu tanto quanto hoje assuntos como falta de limites, desrespeito na sala de aula e desmotivação dos alunos. Nunca se observou tantos professores cansados, estressados e, muitas vezes, doentes física e mentalmente. Nunca os sentimentos de impotência e frustração estiveram tão marcantemente presentes na vida escolar.

Para Esteve (1999), toda essa situação tem relação com uma acelerada mudança no contexto social. Segundo ele, nosso sistema educacional, rapidamente massificado nas últimas décadas, ainda não dispõe de uma capacidade de reação para atender às novas demandas sociais. Quando consegue atender a uma exigência reivindicada imperativamente pela sociedade, o faz com tanta lentidão que, então, as demandas sociais já são outras (1999: 13).

Por essa razão, dentro das escolas as discussões que procuram compreender esse quadro tão complexo e, muitas vezes, caótico, no qual a educação se encontra mergulhada, são cada vez mais freqüentes. Professores debatem formas de tentar superar todas essas dificuldades e conflitos, pois percebem que se nada for feito em breve não se conseguirá mais ensinar e educar. Entretanto, observa-se que, até o momento, essas discussões vêm sendo realizadas apenas dentro do âmbito da escola, basicamente envolvendo direções, coordenações e grupos de professores. Em outras palavras, a escola vem, gradativamente, assumindo a maior parte da responsabilidade pelas situações de conflito que nela são observadas.

Assim, procura-se em novas metodologias de trabalho, por exemplo, as soluções para esses problemas. Computadores e programas de última geração, projetos multi e interdisciplinares de todos os tipos e para todos os gostos, avaliações participativas, enfim uma infinidade de propostas e atividades visando a, principalmente, atrair os alunos para os bancos escolares. Não é mais suficiente a idéia de uma escola na qual o individuo ingressa para aprender e conhecer. Agora a escola deve também entreter.

No entanto, apesar das diferentes metodologias hoje utilizadas, os problemas continuam, ou melhor, se agravam cada vez mais, pois além do conhecimento em si estar sendo comprometido irremediavelmente, os aspectos comportamentais não têm melhorado. Ao contrário. Em sala de aula, a indisciplina e a falta de respeito só têm aumentado, obrigando os professores a, muitas vezes, assumir atitudes autoritárias e disciplinadoras. Para ensinar o mínimo, está sendo necessário, antes de tudo, disciplinar, impor limites e, principalmente, dizer não.

A questão que se impõem é: até quando a escola sozinha conseguirá levar adiante essa tarefa? Ou melhor, até quando a escola vai continuar assumindo isoladamente a responsabilidade de educar?

por MARGARETE J. V. C. HÜLSENDEGER

PROPOSTA DE TRABALHO


Muitas vezes, nós educadores, ficamos em situação desagradável devido a iniciativas que a sociedade nos cobra e extrapolam o âmbito profissional.

A tarefa de educar integralmente está sendo atribuída à Escola; talvez porque a família não tenha essa formação ou prefere omitir-se para não provocar conflitos internos.

De acordo com a Proposta Pedagógica de nossa Escola, quais estratégias e/ou recursos poderíamos utilizar para mediar e minimizar esta situação?

Explique e comente sua resposta.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

APTC - 16/07/2014

Ignorar o que os alunos não sabem

Vamos imaginar a cena: antes do começo das aulas, o professor elabora o planejamento baseado nas expectativas de aprendizagem da classe. Iniciado o ano letivo, ele começa a seguir exatamente o que pensou, mas se depara com alguns alunos que ainda não têm base para aprender o que quer ensinar. Como proceder? Não se pode deixar de lado esses estudantes e dar continuidade ao plano sem alterações. Tão importante quanto considerar os saberes já adquiridos é levar em conta o que a turma ainda não sabe. A cada conteúdo a ser ensinado, é preciso fazer um diagnóstico para intervir adequadamente - ajustando as atividades e as ajudas às necessidades da moçada. Pergunte-se o que falta para que determinado tema seja compreendido. Em Matemática, por exemplo, para falar em "perímetro de um polígono", é fundamental que a classe saiba o que são polígonos, segmentos de reta e unidades de medida. Caso alguns ainda não possuam os conceitos estruturantes, é importante ensiná-los antes de continuar. O desafio reside em propor trabalhos que levem a turma a tomar consciência e aprender o que até então desconhecia.


Qual(is) aspectos do vídeo lhe chamou mais a atenção? Transpondo essa cena para dentro de sua sala de aula, quais seriam seus próximos passos em seu planejamento de aula?

Bom trabalho!